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sábado, 16 de dezembro de 2017

Loki reafirmará sua saída do armário


Loki reafirmará sua saída do armário em novo romance oficial da Marvel.

Como já sabemos, o arquirrival de Thor e um dos maiores vilões (e às vezes anti-herói) da Marvel é canonicamente bissexual pelo menos desde 2014 (Loki: Agent of Asgard), e gênero fluido há bem mais tempo, em 2008 (Thor vol. 3, nº 5").

Conheça mais sobre esse livro que explorará (e muito) sua sexualidade e identidade de gênero.

Marvel lançará romance sobre Loki saindo do armário,

e será queer pra diacho


A escritora Mackenzi Lee recentemente tweetou o anúncio de que ela assinou um acordo para três livros com a Disney (atual detentora dos direitos da Marvel) para escrever "uma nova série de romances de ficção histórica focando em populares anti-heróis do Universo Marvel". Enquanto ela ainda não pode nos revelar quem são os outros anti-heróis, a série de livros estreará com um romance sobre Loki, com publicação prevista para a primavera de 2019 (outono aqui).

E será queer pra diacho.

Perguntada no Twitter se o livro e seu protagonista seria queer, Lee tweetou o seguinte:

"Aqui o que eu posso dizer:
Loki é um personagem canonicamente pansexual e gênero fluido."

Pra variar, alguns trolls preocupados imediatamente começaram a aparecer, e ela rapidamente corrigiu todos eles.

"Loki é oficialmente um personagem gênero fluido pansexual nos quadrinhos da Marvel. Não estou mudando nada, só seguindo o cânone. Mas e se eu mudasse? Pessoas queer precisam de super-heróis também."

"Primeiro, já era hora da comunidade LGBT+ ser representada em narrativas de super-heróis.
Segundo, nos quadrinhos, Loki renasceu como mulher & usou pronomes no feminino & frequentemente assumiu formas como da Feiticeira Escarlate e de Lady Sif. Odin chama ele de 'meu filho que é ambos'."

Do Youtube às bibliotecas de escolas públicas, conteúdo LGBTQIA é frequentemente classificado como "adulto" ou "inapropriado", então é uma grata surpresa que a Disney não tornou isso algo hétero cisgênero. Enquanto o universo cinemático tem um longo caminho à frente em termos de representatividade, alguém no braço editorial está fazendo excelentes escolhas.

Fonte: The Mary Sue

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